A Reading of Leonard Cohen’s “The Future” – Heidi Hochenedel

Portal E.M. CIORAN 🇧🇷

THE LEONARD COHEN FILES

In his 1992 album The Future, poet and musician Leonard Cohen combines images, both sacred and profane, to reveal a stunning vision of the apocalypse and the means to salvation. Although Cohen is a Jewish student of Buddhism, he frequently uses Christian mythology in his writing. The purpose of this essay is to read closely the first song on this album, “The Future,” in order to uncover a somewhat coherent vision of the apocalypse. We shall see that although Cohen describes the apocalypse from a Judeo-Christian perspective, he also incorporates the Buddhist concept of Nirvana in this song.

Give me back my broken night
my mirrored room, my secret life
it’s lonely here there’s no one left to torture
Give me absolute control
over every living soul
And lie beside me baby, that’s an order!

The first two lines in this stanza demand both suffering and…

Ver o post original 425 mais palavras

“Nossa última perda, a Música” (Emil Cioran)

Portal E.M. CIORAN 🇧🇷

Só amam a música aqueles que sofrem por causa da vida. A paixão musical substitui todas as formas de vida que não foram vividas e compensa no plano da experiência íntima as satisfações encerradas no círculo dos valores vitais. Quando se sofre vivendo, a necessidade de um mundo novo, distinto do que vivemos habitualmente, nasce de forma imperiosa para não diluir-nos em um vazio interior. E esse mundo só a música pode trazê-lo. Todas as outras artes descobrem novas visões, configurações ou formas novas; somente a música traz um novo mundo. As obras mais importantes da pintura, por maior que seja o enlevo que te produza sua contemplação, te obrigam a fazer comparações com o mundo de todos os dias e, por conseguinte, não te oferecem a possibilidade de entrar em um mundo absolutamente distinto. Em todas as outras artes, tudo está próximo, mas não tanto que se torne uma…

Ver o post original 450 mais palavras

É preciso aprender a amar – Nietzsche

EIS O QUE SUCEDE conosco na música: primeiro temos que aprender a ouvir uma figura, uma melodia, a detectá-la, distingui-la, isolando-a e demarcando-a como uma vida em si; então é necessário empenho e boa vontade para suportá-la, não obstante sua estranheza, usar de paciência com seu olhar e sua expressão, de brandura c om o … Continue lendo É preciso aprender a amar – Nietzsche

Ney Matogrosso: o Corpo Musical, Metáfora da Alma

Ney Matogrosso na manhã de domingo: estremecimentos angelicais, turbulentas sensações, palpitações, comoção exterior ao universo. “Pedra de rio”: pensa numa música supremamente triste, linda de morrer… Experiência indescritível a cada vez que a ela retorno. Música arquetípica, heraclítica, fundadora como o Mito. Nela, coincidimos com as origens e os fins. Ney Matogrosso, metáfora da alma. Na Música, tudo é … Continue lendo Ney Matogrosso: o Corpo Musical, Metáfora da Alma

Êxtase musical (Emil Cioran)

ÊXTASE MUSICAL. Sinto que perco matéria, que caem minhas resistências físicas e que me dissolvo em harmonias e ascensões de melodias interiores. Uma sensação difusa e um sentimento inefável me reduzem a uma indeterminada soma de vibrações, de ressonâncias íntimas e de envolventes sonoridades.https://www.youtube.com/watch?v=SDEH01DnFtg Tudo o que acreditei ter em mim de singular, isolado em … Continue lendo Êxtase musical (Emil Cioran)

“Dancing with Nietzsche” – Jack Maden

PHILOSOPHY BREAK, October 2018 ou may or may not be familiar with the below quotation. It bounds across the internet in meme form, usually laid over images of silhouetted people dancing at sunset... or on underground train carriages. "And those who were seen dancing were thought to be insane by those who could not hear … Continue lendo “Dancing with Nietzsche” – Jack Maden